Grande inspiração à caridade e compaixão pelo próximo, esse ensinamento bíblico deveria ser revisado.
Em tempos em que não se vê mais o amor próprio, amar ao próximo como a ti mesmo pode ser um grande erro e uma enorme maldade.
As pessoas se tornaram autodestrutivas em dimensões catastróficas. À medida que aumenta o poder de uma pessoa - seja este sobre os outros, poder de consumo, de sedução ou as mais variadas formas - pior é seu uso.
Exemplos do que digo? Primeiro nomes, depois explicações...
George W. Bush
Amy Winehouse
Michael Jackson
Kurt Cobain
Naomi Campbell
Luis Inácio Lula da Silva
Edir Macedo (o salvador de almas que vendeu a dele mesmo)

Fábio Assunção
Bruna Surfistinha
Emos, rockeiros, drogados, bêbados, corruptos, prostitutas e afins.
Quanto maior o poder de qualquer coisa, pior o uso.
E ainda dizem que Deus não dá asa para cobras. Dá sim. Dá asas, dinheiro, fama, poder, e as cobras alçam vôos o mais alto que conseguem para em seguida se afogar de cabeça no buraco mais profundo que puderem encontrar.
As pessoas se drogam, se “queimam”, se estragam, se adoecem, se jogam de cabeça nos piores e mais sujos prazeres mundanos, levando junto uma legião de amigos, familiares, fãs, admiradores e seguidores para a oscilação entre o “so high” e o “so down”, até que um dia vão para um “down” tão profundo que ficam por lá mesmo, nunca mais saem.
Não se cuidam, não se preservam, não se amam.
Bush foi por oito anos o homem mais poderoso do mundo. Poderia ter trabalhado pelo equilíbrio financeiro e qualidade de vida de seu país, além do resto do mundo que depende da estabilidade financeira dos Estados Unidos para se “sustentar”. Alguém que terminaria sua vida com a sensação de missão cumprida por grandes feitos à humanidade fez justamente o oposto. Será para sempre lembrado como um tirano maldoso e sanguinário, Imperador da Indústria Bélica, assassino de afegãos, iraquianos e etc.
Bush “finalizou” o ditador Saddam Hussein . Fez justiça e libertou os iraquianos. E quem fará o mesmo com ele??? Nenhum de nós, com toda certeza.
Amy Winehouse, Michael Jackson, Fábio Assunção, atores, cantores, modelos e os inúmeros famosos, ricos e bonitos. Realizaram seus sonhos (ou de seus pais) e no auge de sua fama e loucura se viram foco de escândalo pelo seu alto poder de autodestruição. Drogas, álcool, escândalos, acidentes, prisões, internações, enfim, que vergonha.
Acabou-se a moral.
Cheirar cocaína e fumar maconha é normal, quem não usa é careta ou medroso que não sabe o que é bom.
Beber até cair é normal, dirigir depois mais ainda. Quem não bebe é chato e não curte a vida.
Roubar, ser corrupto é normal. Quem é político e não rouba é burro, não sabe usar o poder que tem e vai morrer pobre.
Ser homossexual é normal, é o mais moderno e mente aberta que se pode ser. Homo, bi, pan, etc, tudo vale. O negócio é não ter preconceitos.
Trair, também é normal. Já me cansei de ouvir a célebre frase “qual é o homem que não trai?” Como também “E quem nunca fumou maconha?”
O mais estranho de tudo, é que esses novos princípios da sociedade moderna costumam vir todos juntos.
Vou lançar uma frase também:
“E quem não conhece (ou não é) alguém que fuma maconha, é homossexual (ou bi) e desonesto?”
Quem nunca ouviu falar de políticos casados, do alto escalão da política brasileira, que promovem suas orgias “tóxicas” e homossexuais com o dinheiro público? Disso até os jornais falam de vez em quando, mas sem muita ênfase.
E o jogador de futebol com travesti, ou na boca de fumo da favela? O bom filho à casa torna (ou retorna?).
O mundo se tornou isso, e nós somos obrigados a achar tudo normal.
Toda forma de amar vale.
Amar? Amor ou sexo? Sexo ou a mais pura sacanagem?
Amor não tem nada a ver com isso. Amor é sinônimo de respeito, fidelidade e dedicação.
Amor próprio.
Amor ao próximo.
Alguém aí ainda sabe o que é isso?
Não tenho nada contra homossexuais, mas tenho tudo contra a profanação, vulgarização e banalização dos relacionamentos.
Conheço pessoas que usam drogas e não deixo de ser gentil com elas por causa disso. Apenas não confio.
Tenho amigos homossexuais que são boas pessoas, ou foram um dia, mas não aceito que me contem suas orgias pois isso me enoja.
Acredito que eu ainda saiba a diferença entre amor, sexo e profanação.
Eu acredito que ainda existam pessoas decentes.
O que me preocupa, é que estão quase extintas.